Ultimamente tenho pensado e repensado sobre o papel do professor, as teorias educacionais, o mundo que os nossos alunos estão inseridos, na tecnologia, na infância perdida, na vida...
São pensamentos que invadem minha cabeça a qualquer momento do dia, e que ficam ali martelando...
Eu ando de saco cheio de tantas teorias, de tantos planos "infalíveis" (talvez inspirados nos do Cebolinha e do Cascão) para chegarmos a uma educação de qualidade, tantas ações "titânicas" ( que acabam sempre indo por água abaixo) e devagarzinho as respostas vem sendo desveladas, ao menos para mim.
Ainda não tenho uma ideia totalmente formada. Ela ainda é sem coerência e sem coesão. São flashs frutos furtados dos meus pensamentos, que gostariam que me dessem uma trégua.
Percebo nitidamente que a criança a cada dia que passa vem perdendo a sua identidade. Querem ter atitudes adultas, mas sem a responsabilidade que essas exigem. Culpa de quem???? Mas, quando se é dada a oportunidade do lúdico, do brincar, do faz-de-conta, até aquelas que se acham as melhores, se revelam as mais doces das crianças.
O dia que levei meu Snoopy eles se encantaram.
Quando choveu, e a quadra ficou impossibilitada de ser usada, a professora de Educação Física levou joguinhos de montar, aqueles te castelinho da época do Onça...e as meninas que se acham as mocinhas, sentaram-se e viajaram nas pecinhas.
São dúvidas, muitas, que um dia eu sei que encontrarei as respostas.
Hoje, apenas observo, e deixo eles serem um pouco mais felizes!
O dia que levei meu Snoopy eles se encantaram.
Quando choveu, e a quadra ficou impossibilitada de ser usada, a professora de Educação Física levou joguinhos de montar, aqueles te castelinho da época do Onça...e as meninas que se acham as mocinhas, sentaram-se e viajaram nas pecinhas.
São dúvidas, muitas, que um dia eu sei que encontrarei as respostas.
Hoje, apenas observo, e deixo eles serem um pouco mais felizes!

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